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Netnografia: você sabe exatamente o que é e para que serve?

10 mai 2012

 

Um tema tem despertado cada vez mais interesse entre aqueles que pensam estratégias digitais e lidam com disciplinas ligadas à propaganda, coolhunting e consumo: Netnografia.

Por conta da importância cada vez maior dos ambientes online nas relações de consumo, as marcas estão investindo mais tempo, mais energia e muito mais Inteligência para entender as motivações, referências e influências que levam os consumidores à tomada de decisão de compra. Mas isto é apenas um aspecto das inúmeras possibilidades que estão por trás da Netnografia.

Veja o que diz a Tatiana Tosi, especialista no assunto, e facilitadora do Curso de Netnografia, da Trespontos:

“Vivemos e replicamos a nossa realidade no ambiente virtual. A Netnografia tem como principal objetivo compreender, através das representações culturais e histórias compartilhadas no ambiente digital, os principais signos, selos e símbolos de uma comunidade online.”

Assim, marcas têm conseguido inovar na oferta de produtos, aprimorar a comunicação com o consumidor e entender melhor o cenário de negócios em que irá competir. O entendimento, como forma de aproximação, identificação e pertencimento cria uma relação em que todos podem sair ganhando.

A Tatiana cita um case que pode ilustrar bem essas possibilidades. Veja…

A Danone, conhecida marca da indústria alimentícia, criou o projeto Danone Waters Community, que teve como finalidade entender o uso da água na vida diária dos consumidores. Nos depoimentos, é possível observar como o tema “água” se apresenta na vida das pessoas a partir de critérios como benefícios, qualidades, momentos e razões para consumir.

Os resultados da pesquisa permitiram apontar novos caminhos para a comunicação da marca, direcionado melhor os temas e referências para os momentos e benefícios da água como produto, na visão do público consumidor. Veja mais informações na apresentação deste case.

Então, fique olho. Se você ainda não sabe exatamente o que é Netnografia, não entendeu ainda o potencial dessa disciplina para aprimorar as suas estratégias de negócios e melhorar o relacionamento da sua marca com os seus públicos.

Leia esta entrevista que a Tatiana Tosi concedeu ao blog Ideia de Marketing sobre o assunto.

E não deixe de participar do Curso Online (Webinar) Netnografia: comportamento do consumidor online – com a Tatiana Tosi, em nossa programação Webinar+Conteúdo.

#Cobertura | #ComPolítica Recife mostra que o conteúdo que importa é aquele que transforma! Por Raoni Franco*

08 mai 2012

“É que Narciso acha feio o que não é espelho”. O verso do meu conterrâneo, Caê, resume um pouco da experiência que vou contar a seguir.  Trabalho com Marketing Digital há quase quatro anos, mas nunca tive experiência com campanhas políticas. Talvez por isso, sempre criei certa resistência com algumas oportunidades que se apresentavam nesse caminho.

Hoje, depois do curso que fiz sobre Comunicação Política Online com a Trespontos, vi que foi uma barreira criada por mim pela falta de familiaridade com o assunto. A principio, fui ao curso em busca de networking e para tentar obter novos insights a partir de práticas de outros segmentos (no caso, a política). E isso aconteceu: confesso que no início do curso sempre relacionava as estratégias apresentadas aos projetos que estou tocando hoje. Ver outros mercados me permite respirar fora do benchmarking (para não dizer fora da caixa) e ter novas idéias.

Mas ao longo do curso, a experiência do professor e dos alunos foi me envolvendo com o tema. Sou movido a desafios, e as experiências relatadas me fizeram perceber o quão desafiantes eram aqueles projetos. A cada cenário discutido, me provocava para imaginar as estratégias e táticas que poderiam ser utilizadas: há muito espaço para inovar nas campanhas políticas. Além da troca de conhecimento entre os alunos, ter um professor que domina a teoria e tem uma experiência prática imensa é um diferencial para o aprendizado.

Fábio tem um background perfeito para o curso: experiência com governo, experiência com candidatura de presidenciável (poucos profissionais no Brasil têm essa vivência) e MUITA experiência com mídia social. Isso permitia que toda pergunta fosse respondida e contextualizada de maneira simples e compreensível.

Dez dicas para turbinar o seu perfil no LinkedIn

27 abr 2012

Por Thiago Leite*

O Brasil é o quarto país que mais utiliza o LinkedIn, com mais de 7 milhões de profissionais registrados, e é o mercado onde a rede mais cresce no mundo. A audiência é considerada a mais qualificada e madura dentre as principais mídias sociais, com a grande maioria tendo completado ensino superior e se situando na faixa etária entre 35 e 54 anos.

Para quem procura emprego, empresas de todos os portes estão no LinkedIn e buscam profissionais ativamente através das soluções de recrutamento que a plataforma oferece. No entanto, mesmo para aqueles que não estejam buscando um reposicionamento no mercado de trabalho, a rede dá vários motivos para estar presente e participar ativamente.

Assim, aqui estão reunidas algumas dicas pra você otimizar seu perfil e extrair o máximo daquilo que o LinkedIn tem a oferecer:

1. Defina um objetivo profissional: Essa dica vale tanto para seu perfil no LinkedIn quanto para o seu currículo. Uma coisa que aprendi tanto na sala de aula quanto na prática é que as suas informações profissionais devem sinalizar na mesma direção que os seus objetivos profissionais. De outro modo, você vai estar sobrecarregando seu perfil com informações irrelevantes e tornando mais difícil para os interessados encontrarem o que procuram. Na prática, isso significa remover experiências e cursos que não estejam alinhados com esse objetivo. Defina um objetivo e quando preencher seu perfil seja adepto da filosofia K.I.S.S: Keep it Simple, Stupid.

2. Informações atuais: Na mesma linha da dica anterior. Mantenha as informações sempre atuais, revise seu perfil periodicamente para ver se aqueles conhecimentos/informações ainda fazem sentido. No mundo de hoje, precisamos reciclar constantemente o nosso saber. Se você sabia construir sites HTML no Frontpage Express há 15 anos atrás, esqueça. Se você não continuou praticando e se atualizando, esse conhecimento não existe mais, igual o próprio Frontpage.

Eu sou web designer, olha!

3. Faça um bom resumo e inclua suas especialidades: Munido de um objetivo, ficará mais fácil preencher informações como Experiência. No entanto, um dos principais campos e que vejo ser ignorado muitas vezes é o “Resumo”. Aqui cabe outra dica: Resumo é a sua chance de se apresentar, falando dos seus resultados, suas motivações e seus objetivos, deixando claro para o mundo o que há de melhor em você como profissional. Na parte de “Especializações” há um erro de tradução. O correto seria “Especialidades”, a ideia desse campo é que o usuário selecione algumas palavras-chave que definem suas principais competências.

Seja cuidadoso com o Resumo e suas Especialidades, pois os mesmos são indexados pelos mecanismos de busca, facilitando com que você seja encontrado também por quem está fora da rede. Com um pouco de esforço na composição do seu perfil, você pode garantir uma ótima posição no buscador dentro dos termos que interessam a sua área.

A febre Pinterest. Entenda e use a rede hype do momento a seu favor.

23 abr 2012

Por Leonardo Araújo*

Todo mundo já leu algo sobre, viu algum “Pin” compartilhado pelo Facebook ou mesmo tem uma conta na nova febre entre as redes sociais do momento. O hype agora atende por Pinterest.

Relutei a escrever um post sobre a rede por dois motivos. Primeiro por que centenas de blogs e sites já escreveram alguma coisa sobre o Pinterest e mais um post seria apenas repetir o que já está por aí, no marzão da Internet. E segundo porque o Pinterest ainda não me comoveu. Veja, não quero dizer com isso que não vale a pena estar lá, usar, entender, usufruir e, por que não, lucrar com a rede. Nada disso. Eu mesmo tenho meu perfil lá. O caso é específico comigo e é simplesmente porque não tive ainda algo com o que trabalhar na rede. Mas mesmo assim aqui estou eu para falar um pouco sobre a febre do momento e já que existe muito sobre a rede, tentarei fazer uma análise um tanto quanto diferente.

A Internet caminha a passos largos para ser cada vez mais imagética e menos textual. Existe até mesmo a ideia de que a web morreu, uma vez que navegamos na Internet cada vez mais através de aplicativos (e o Pinterest tem o seu, claro) e dentro de sites específicos de redes sociais como o Facebook e Twitter, que nos oferecem nada mais do que uma bolha de informações, diferente do que tínhamos quando não estávamos tão conectados a redes, aplicativos e perfis digitais.

E dentro do contexto de termos a Internet cada vez mais baseada em imagens (dá uma olhada em seu feed do Facebook pra ver), é lógico que mais cedo ou mais tarde uma rede como o Pinterest iria tomar a dianteira do negócio. E a ideia nem é nova assim. Sites como o FFFFOUND! e o weheartit chegaram primeiro, mas criaram experiências de uso pouco acessíveis ao grande público e não deslancharam como o Pinterest fez.